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"Conseguimos aprender a voar como os pássaros e a nadar como os peixes, todavia não conseguimos aprender a simples arte de viver como irmãos." - Martin Luther King
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terça-feira, 29 de março de 2011

Crescente Vermelho

Organização humanitária não governamental, federada com a Cruz Vermelha Internacional, o Crescente Vermelho foi utilizado nos países muçulmanos, tendo sido a sua utilização pedida pela Turquia. Oficialmente adotado em 1929, foi contudo utilizado pela primeira vez, pelos voluntários internacionais da Cruz Vermelha, no conflito armado entre a Turquia e a Rússia dos anos 1876 a 1878. Mais de três dezenas de nações muçulmanas adotaram este símbolo, que continua a ser em vermelho sobre fundo branco, substituindo apenas a cruz por um crescente lunar. Em 1983 já se tinha criado a Liga das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, surgindo em 1991 a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho, nome que subsistiu desde então. Os princípios fundamentais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho foram incorporados nos Estatutos destes organismos em 1986, tendo sido estabelecidos em Viena no ano de 1965. Estes princípios são a imparcialidade (ajuda a pessoas de qualquer religião, raça, orientação política ou condição social), a independência do movimento (autonomia para atuar de acordo com os princípios do movimento), o serviço voluntário (não remunerado), a unidade (existência de uma só entidade central do movimento em cada país, que é acessível a todas as pessoas), a humanidade (com o objetivo principal de prevenir e aliviar o sofrimento de todas as pessoas em qualquer circunstância), a universalidade (todas as sociedades têm os mesmos direitos e o dever de se ajudar mutuamente) e a neutralidade (não toma partido político, ideológico, racial e religioso). Em 1997 fez-se em Sevilha um acordo sobre a Organização das Atividades Internacionais dos Componentes do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho. Desde 8 de dezembro de 2005 o Cristal ou Diamante Vermelho (em forma de losângulo) juntou-se como símbolo oficial à Cruz Vermelha e Crescente Vermelho. A conferência internacional que reúne a Cruz Vermelha e Crescente Vermelho realiza-se de quatro em quatro anos. O papel extremamente relevante desempenhado por esta organização em todo o mundo fez com que em Genebra se criasse um museu a ela dedicado.  

Artigo copiado de: 
Crescente Vermelho. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2011. [Consult. 2011-03-29].
Disponível em http://www.infopedia.pt/$crescente-vermelho

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Teatro do Oprimido

O teatro é uma forma de expressão forte e poderosa com a capacidade de intervir e modificar o mundo. Pela sua riqueza e universalidade, existem diversos tipos de teatro. Uma destas formas é o Teatro do Oprimido que é um tipo de teatro que se faz com pessoas que sofram situações de opressão. Por este motivo, qualquer um de nós pode ser protagonista nesta forma de teatro, pois já todos passamos, uns mais e outros menos, por situações opressivas como desequilíbrios de poder, imposição, violência da dignidade humana, entre outras situações.
Assim, este tipo de teatro é direccionado a todas as pessoas que se sentem oprimidas, lutando contra esta situação e contra o sistema que origina opressão.
E como o fazer? Através de uma estratégia de partilha, de discussão grupal e/ou pública de opressões que muitas vezes são e se tornam invisíveis. Dessa forma, esta estratégia potencia a comunicação, a reflexão e a acção libertadora dos participantes.

Diferentes formas de Teatro do Oprimido:
  • Teatro Invisível - consiste na montagem de uma cena cujo palco é uma zona pública e que retrata uma situação de opressão. Neste caso, o público não sabe que a cena em causa é apenas representação e, por isso, vive com maior intensidade a acção e toma uma posição sobre a temática em questão.
  • Teatro Imagem - consiste num trabalho com imagens e que debate um determinado tema se recorrer à linguagem verbal oral, usando apenas a linguagem corporal e os objectos.
  • Teatro Fórum - consiste na representação de uma realidade onde existe opressão com a diferença de o público pode entrar em cena e participar com o objectivo de resolver o problema em questão.
  • Teatro Legislativo - semelhante ao Teatro Fórum, embora vá mais além do que os debates sobre a problemática discutida. O Teatro Legislativo pretende uma acção concreta e imediata, procurando produzir projectos-lei que resolvam o problema em questão, tendo o apoio de advogados e juízes.
Consulte este link e veja o site do Centro de Teatro do Oprimido (CTO)

domingo, 20 de junho de 2010

Sociodrama

"O sociodrama é um método segundo o qual o grupo estuda um tema em concreto, uma situação social ou a si mesmo mediante um processo de grupo criativo guiado pelo instrutor.
São os mesmos membros do grupo quem podem escolher os papeis e também os que se podem ser designados.
No ensino, pode-se utilizar o sociodrama para ilustrar um aspecto concreto da vida no trabalho. Deste modo os estudantes podem utilizar o ambiente familiar para aprender novas situações sociais e como actuar em cada situação."
Fonte:http://www.cibernarium.tamk.fi/havainnollistaminen_pr/sociodrama.htm

Consultar o link da Associação Brasileira de Psicodrama e Sociodrama.

Psicodrama

"Psicodrama é uma psicoterapia de grupo em que a representação dramática é usada como núcleo de abordagem e exploração da psique humana e seus vínculos emocionais".
Existem 3 momentos na acção psicodramática: o aquecimento que é quando o grupo se prepara, desenvolvendo um tema e definindo um protagonista no grupo; a representação que é a cena dramática; e o compartilhamento que significa o regresso do protagonista ao grupo, o momento em que o grupo partilha os seus sentimentos e experiências de tudo o que aconteceu durante as cenas e os efeitos que elas produziram neles.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Psicodrama

Pode aceder à página da Sociedade Portuguesa de Psicodrama clicando no link.

domingo, 13 de junho de 2010

Entrevista e Comunicação

A Entrevista
Definição de Entrevista - reunião de duas ou mais pessoas num local previamente combinado.
Para que serve - serve para recolher dados de natureza qualitativa, aprofundando questões importantes sobre a temática que a entrevista se debruça e assenta em processos de comunicação e interacção humana significativos.
Objectivos da entrevista - averiguar acontecimentos e determinar opiniões sobre esses mesmos factos; identificar planos de acção, razões e motivos de acções passadas e presentes.
Tipos de entrevista - Estruturada; semi-estruturada; não-estruturada.
Variantes - directiva; semi-directiva; e livre.
Vantagens - profundidade dos elementos de análise; flexibilidade.
Desvantagens - dificuldade em dominar a técnica porque esta implica interacções directas; complexidade do tratamento de dados.
Métodos complementares - análise de conteúdo.

Fontes:
http://metodologiae1.pbworks.com/
Sebenta da unidade curricular de Metodologias e Técnicas de Investigação Social

A Comunicação

Definição - Comunicar é trocar mensagens comportando alguns elementos característicos como o emissor, receptor, a mensagem, o código, o meio, o canal, o contexto e o feedback. Outros dois conceitos importantes no processo de comunicação são o ruído e a redundância. O ruído pode impedir que o processo de comunicação decorra normalmente, enquanto a redundância poderá ter duas vertentes: impeditiva do saudável processo de comunicação e como forma de reforçar uma mensagem de carácter importante.

A comunicação pode ser unilateral: com uma única direcção, ou seja, do emissor para o receptor e onde se assiste a uma retenção de informação na ordem dos 20%; bilateral :alternância de papéis entre emissor e receptor e onde se assiste a uma retenção de informação na ordem dos 50% ; e multilateral: com uma participação total de todos os intervenientes no processo comunicativo e onde o processo de retenção de informação é da ordem dos 70%.

A comunicação também pode ser verbal oral (fala); verbal não oral (escrita, língua gestual, Braille, Código Morse); não verbal oral (choro, riso, sons vocais); e não verbal não oral (caretas, mímicas, expressão corporal, atitudes).

Atitudes individuais facilitadoras de comunicação:
  • A estima por si próprio - está intimamente relacionado com a imagem que temos de nós, com a forma como nos vemos e com o valor que nos atribuímos.
  • A capacidade de escutar - atitude de disponibilidade para nos interessarmos por aquilo que os outros nos dizem.
  • A capacidade de dar feedback - é a informação que damos de retorno e que permite ao outro saber se compreendemos ou não o que ele disse.
Fontes:
DIAS, J.M., A Comunicação Pedagógica, Colecção Formar Pedagogicamente, Instituto de Emprego e Formação Profissional, 1999.

Manual do Formando: Curso de Formação Pedagógica de Formadores, O Processo de Comunicação em Formação, Talentus: Associação Nacional de Formadores e Técnicos de Formação, 2002.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Conceitos - Associação

Uma Associação é um conjunto de pessoas que se reúne, de forma voluntária, para atingir determinados fins, através da realização de uma série de programas e actividades. As associações podem ser de cariz cultural, educativo, desportivo, de inclusão social, de juventude, entre outros. Para os seus associados estão garantidos direitos e deveres, entre os quais se destacam o facto de poderem eleger e serem eleitos para os corpos gerentes, participarem nas assembleias-gerais e usufruirem das actividades e programas promovidos pela associação.

Nota: pode consultar, também, no link que disponibilizarei, todo o processo necessário para a construção de uma associação.
Fonte:http://www.mun-setubal.pt/NR/rdonlyres/89935849-5A04-409B-B041-8AAF7D9336CA/0/GuiaAssociativismoFINAL.pdf

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Grupo e Liderança

Grupo Fonte:http://www.scribd.com/doc/28507521/Grupo

Conceito - Responsabilidade

Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=ORr3uyzz_Z8&feature=related

O Verdadeiro Líder


Fonte:http://www.slideshare.net/michel.m/liderana-e-relacionamento-presentation

Conceitos - Liderança

Liderança é o processo pelo qual uma pessoa consegue influenciar outros indivíduos de uma organização, de modo a alcançar objectivos grupais previamente estabelecidos. A influência está directamente relacionada com poder e autoridade, embora estes dois conceitos não sejam sinónimos. A autoridade é um direito legítimo de dirigir ou influenciar o desempenho dos outros, enquanto o poder é designado como o controlo de estratégias. A liderança, ao contrário da ditadura, não é coerciva e gera sentimentos positivos entre o líder e os que são liderados.
Assim, qual deverá ser o perfil de um líder? Ele deve:
  • assegurar a participação de todo o grupo com vista ao desenvolvimento profissional e pessoal;
  • propor objectivos e tarefas de grau de dificuldade moderado, mas que sejam desafiantes para os seus colaboradores;
  • assumir as responsabilidades dos resultados, mesmo quando estes não tenham atingido os objectivos;
  • encarar os erros como forma de aprendizagem;
  • ter sempre disponibilidade para esclarecer dúvidas;
  • avaliar e opinar regularmente, à sua equipa, acerca das actividades que realizam;
  • criticar alguém sempre num local e momento adequado e em privado
  • ter a capacidade de possuir um sistema de incentivos motivadores para todos os elementos do grupo;
  • etc.
Estilos de Liderança:
Kurt Lewin definiu 3 estilos de liderança:
  • Autocrático - estabelece objectivos sem a participação dos restantes elementos do grupo e determina e controla todas as tarefas destes;
  • Democrático - todos os elementos do grupo participam na definição dos objectivos e estratégias;
  • Laissez faire (permissivo) - o líder não tem qualquer preponderância e a equipa toma as decisões e o controlo das situações à sua maneira.
Bibliografia: CASCÃO, Ferreira; NEVES, Augusto, Liderança e Animação de Equipas, 2ª Edição, Porto, Edições IPAM, 2001.

O Grupo

Fonte:http://www.slideshare.net/CDuque/grupos-eficientes-e-coeso-de-grupo

Conceitos - Grupo

Características de um grupo:

* Deve possuir duas ou mais pessoas em interacção social;
* Deve ter uma estrutura estável para que haja um relacionamento entre os membros:
* Deve perseguir objectivos e interesses comuns;
* Os membros percepcionam-se si próprios como sendo parte integrante de um grupo.

O grupo deve atingir a eficácia das suas actividades, baseando-se em três critérios importantes:

* Produção de resultados;
* Satisfação de resultados;
* Capacidade para continuar a cooperação.

Papéis de Grupo:
"O papel é o conjunto de expectativas do próprio indivíduo e de outras pessoas relevantes, sobre a forma como essa pessoa deve actuar numa determinada situação", segundo Cascão e Neves (2001).
Quanto à tarefa:

* Iniciador; Informador;
* Pesquisador; Coordenador;
* Avaliador; Sintetizador.

Quanto ao processo:

* Animador; Harmonizador;
* Guardião; Desenhador;
* Seguidor; Observador.

Bibliografia: CASCÃO, Ferreira; NEVES, Augusto, Liderança e Animação de Equipas, 2ª Edição, Porto, Edições IPAM, 2001.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Conceitos - Aprendizagem Colaborativa

Aprendizagem Colaborativa - conjunto de métodos e técnicas de aprendizagem utilizados em grupos estruturados com vista ao desenvolvimento de competências pessoais e sociais. É uma aprendizagem que potencia a participação activa e a interacção entre todos os elementos do grupo e cujo conhecimento adquirido é visto como uma construção social.
Fonte:http://www.slideshare.net/Grupo5MCIE/google-docs-aprendizagem-colaborativa


Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=NjJGSMJQ91U

Conceitos - Aprendizagem Cooperativa

Aprendizagem Cooperativa - É um método de aprendizagem que se baseia na interdependência positiva onde todos ganham, seja através de objectivos comuns, de recompensas grupais, da interdependência dos recursos utilizados para um determinada tarefa ou nos papéis que cada membro pode representar. A ideia deste método de aprendizagem é proporcionar uma atitude de colaboração mútua e de entreajuda entre os membros do grupo em vez de estimular uma competição entre eles.
Assim, através deste processo, é potenciado no grupo o espírito de responsabilidade individual, a capacidade de avaliação individual e grupal, a interacção interpessoal cooperativa, a elaboração cognitiva da informação, etc.
A realidade é que este método permite, na escola, um aumento do rendimento escolar, a capacidade de desenvolver um pensamento divergente e criativo e, ainda, a capacidade de resolver problemas. A título pessoal e social, o desenvolvimento é garantido através da elevação da auto-estima pessoal, da confiança, da empatia, da solidariedade, do interesse e da motivação, entre outros aspectos.
Fonte:http://cmodelo.educared.net/enred/index.php?option=com_content&view=article&id=23&lang=pt



Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=-ieq2oXwETk&feature=related

Investigação-Acção (Episódio 6)


Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=eQHKu5_NbBQ

Investigação-Acção (Episódio 5)


Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=HS4dYqXpiUk

Investigação-Acção (Episódio 4)


Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=DXIFaXYN_UY

Investigação-Acção (Episódio 3)


Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=M40X9eEx380

Investigação-Acção (Episódio 2)


Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=STi86AimNxM

Investigação-Acção (Episódio 1)


Fonte:http://www.youtube.com/watch?v=A8PcuILUcVE